Aproveitando o gancho do post anterior, falando de professor pilantra, agora venho falar de alunos pilantras 
A notícia dizia: “Com arsenal de equipamentos eletrônicos, estudantes encontram novas maneiras de colar”. Mostrando diversos “técnicas de cola” que ainda são pouco difundidas no Brasil, porém algumas já estão adequadas à nossa realidade, venho por meio deste post, ajudar a difundí-las
- “Na Universidade da Califórnia em Los Angeles, um aluno armazenou as suas anotações de aula em um dispositivo portátil para envio e recebimento de e-mails, e tentou lê-las durante uma prova. Um colega de turma o denunciou.” Como o amigo pode ser tão prego a ponto de denunciá-lo, esse dedo-duro devia tá rodando na prova. Comentando este método, acho bem simples colocar os textos de anotações em celulares mais modernos, podendo inclusive tirar fotos dos resumos e ampliar o Zoom no celular, mas nada que substitua o bom e velho resumo escondido no banheiro.
- “Na Escola de Jornalismo da Universidade Estadual San Jose, alunos tentaram usar um corretor ortográfico nos seus laptops, sendo que parte da prova fora elaborada exatamente para avaliar a sua capacidade de escrever corretamente.” Esse daí ainda está um pouco aquém da nossa realidade, pelo menos da minha, a qual ainda consiste no rudimentar método do papel e caneta.
- “E na Universidade de Nevada, em Las Vegas, alunos fotografaram questões de uma prova com as câmeras de seus telefones celulares, transmitiram-nas aos colegas que estavam fora da sala de exame e receberam as respostas em mensagens de texto” Esse daí é plausível pra nossa realidade, com os celulares mais modernos, é bem simples, porém dependemos da boa vontade das operadoras, as quais enrolam um século no envio de MMS, aí não adianta nada o suado trabalho de tirar as fotos.
- Passar a cola pro Ipod, em forma de resumo feito por voz. Nesse caso, o esperto aluno esqueceu que o fio do Ipod estava visível, e o professor não deve ter acreditado que ele escutava uma inocente música durante a prova.
Agora, melhor do que todas essas técnicas, foi a revolta do “aluno colador”, o qual sofreu com as medidas dos professores (tentaram inibir as colas, cortando o acesso dos laptops à Internet, exigindo a entrega de telefones celulares antes das provas, ou simplesmente determinando que os exames sejam feitos à moda antiga, com canetas e papel), ele teve a coragem de dizer: “A minha caligrafia é muito ruim”, diz ele. “Sempre que preciso escrever em um caderno de provas, tenho cãibras nas mãos, e não consigo redigir com rapidez”. Realmente, essa desculpa é muito plausível…
Espero que as dicas tenham sido de alguma valia. Caso queiram ler a reportagem na íntegra, tem que ser assinante UOL
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Abraço aos amigos coladores!