Aproveitando o gancho do post anterior, falando de professor pilantra, agora venho falar de alunos pilantras :-)
A notícia dizia: Com arsenal de equipamentos eletrônicos, estudantes encontram novas maneiras de colar”. Mostrando diversos “técnicas de cola” que ainda são pouco difundidas no Brasil, porém algumas já estão adequadas à nossa realidade, venho por meio deste post, ajudar a difundí-las :-)

  1. “Na Universidade da Califórnia em Los Angeles, um aluno armazenou as suas anotações de aula em um dispositivo portátil para envio e recebimento de e-mails, e tentou lê-las durante uma prova. Um colega de turma o denunciou.” Como o amigo pode ser tão prego a ponto de denunciá-lo, esse dedo-duro devia tá rodando na prova. Comentando este método, acho bem simples colocar os textos de anotações em celulares mais modernos, podendo inclusive tirar fotos dos resumos e ampliar o Zoom no celular, mas nada que substitua o bom e velho resumo escondido no banheiro.
  2. “Na Escola de Jornalismo da Universidade Estadual San Jose, alunos tentaram usar um corretor ortográfico nos seus laptops, sendo que parte da prova fora elaborada exatamente para avaliar a sua capacidade de escrever corretamente.” Esse daí ainda está um pouco aquém da nossa realidade, pelo menos da minha, a qual ainda consiste no rudimentar método do papel e caneta.
  3. “E na Universidade de Nevada, em Las Vegas, alunos fotografaram questões de uma prova com as câmeras de seus telefones celulares, transmitiram-nas aos colegas que estavam fora da sala de exame e receberam as respostas em mensagens de texto” Esse daí é plausível pra nossa realidade, com os celulares mais modernos, é bem simples, porém dependemos da boa vontade das operadoras, as quais enrolam um século no envio de MMS, aí não adianta nada o suado trabalho de tirar as fotos.
  4. Passar a cola pro Ipod, em forma de resumo feito por voz. Nesse caso, o esperto aluno esqueceu que o fio do Ipod estava visível, e o professor não deve ter acreditado que ele escutava uma inocente música durante a prova.

Agora, melhor do que todas essas técnicas, foi a revolta do “aluno colador”, o qual sofreu com as medidas dos professores (tentaram inibir as colas, cortando o acesso dos laptops à Internet, exigindo a entrega de telefones celulares antes das provas, ou simplesmente determinando que os exames sejam feitos à moda antiga, com canetas e papel), ele teve a coragem de dizer: “A minha caligrafia é muito ruim”, diz ele. “Sempre que preciso escrever em um caderno de provas, tenho cãibras nas mãos, e não consigo redigir com rapidez”. Realmente, essa desculpa é muito plausível…
Espero que as dicas tenham sido de alguma valia. Caso queiram ler a reportagem na íntegra, tem que ser assinante UOL :-P CLIQUE AQUI.

Abraço aos amigos coladores!